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Foto: Reprodução |
Todas as cidades que margeiam a barragem estão sofrendo impactos com a decisão da gerência da Usina que tem o grupo Votorantim Energia como administradora.
A usina já foi alvo de uma recomendação de interdição do Ministério Público Federal. O documento foi enviado ao Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema) em 21 de junho de 2016. Na época, o MPF-BA ressaltou que o empreendimento funcionava com licença de operação vencida desde 2009 e está localizada em uma área de proteção ambiental onde provoca a morte dos peixes no rio.
Com a inundação do lago da barragem comerciantes de Cabaceiras afirmam ter tido prejuízos incalculáveis com perda de barracas do comércio local. Além disso, agricultores reclamaram de estarem perdendo área de plantio; pescadores afirmam ter prejuízos com o desaparecimento de tanques e o sumiço de várias espécies de peixes.
Em março desse ano, em nota, a Votorantim cancelou a operação que abriria as comportas. Procurada pelo site Recôncavo Online, a assessoria não retornou as mensagens até o fechamento dessa matéria.
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