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Foto: Reprodução |
A publicação significa que os dados dos testes foram revisados por outros cientistas e validados. A eficácia está acima da média mínima estabelecida pela Anvisa, mas ainda é menor do que a demonstrada por outros imunizantes em desenvolvimento, como a Pfizer (95%) e a Moderna (94,5%).
A vacina de Oxford, até o momento, é a única que tem um acordo de produção e distribuição fechado com o governo brasileiro e deve ser processada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O contrato permite a compra de 100 milhões doses, para vacinar 50 milhões de pessoas – quase 25% da população do país.
Fonte: Metro 1