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Foto: Reprodução |
Nesta terça-feira, dia 09, a delegada Gabriela Garrido, da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), disse que o inquérito entregue nesta segunda-feira, dia 08, à Justiça aponta homicídio triplamente qualificado, com ocultação de cadáver.
A investigação apurou que o acusado e a vítima tinham relação de amizade há muitos anos e a vítima já tinha feito outros empréstimos ao suspeito.
O crime não foi tipificado como feminicídio. “Não foi enquadrado em feminicídio porque não ficou comprovado que eles tinham um relacionamento”, explicou. O corpo da empresária foi encontrado no dia 21 de janeiro. Givanete de Souza Nogueira morreu após ser asfixiada e espancada na zona rural de Barra do Choça, na mesma região.
Antes, no dia 19 de janeiro ela havia informado a uma amiga que iria ao encontro de Éverton Bruno para resolver uma dívida e que estava apreensiva. Até o momento Éverton Bruno não confessou a autoria do crime. Ele segue preso temporariamente no Conjunto Penal de Vitória da Conquista, mas a polícia já pediu a prisão preventiva. O inquérito foi concluído após trabalho da Deam, da Draco (Delegacia de Repressão à Ações Criminosas] e de investigadores da Delegacia de Furtos e Roubos de Vitória da Conquista.
Fonte: Bahia Noticias