Foto: Reprodução |
Na ocasião, o titular da Saúde afirmou que o país tem “doses suficientes” para garantir a imunização dentro do prazo citado.
Ele disse que o Brasil já adquiriu 500 milhões de unidades de vacinas contra a Covid-19. No entanto, a maior parte dos imunizantes ainda não está disponível e deve ficar para o segundo semestre.
“Temos doses suficientes para o segundo semestre e é possível se garantir que até o fim do ano de 2021 tenhamos nossa população inteiramente vacinada”, afirmou o ministro.
Queiroga citou contratos com empresas como a Pfizer e a Janssen e a participação no consórcio Covax Facility, coordenado pela OMS, como as fontes dos imunizantes que chegarão ao país nos próximos meses.
“Estamos trabalhando fortemente em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde para termos as doses do Covax Facility o mais rápido possível. Por meio de contrato bilateral com farmacêuticas vamos ter mais doses de vacinas. Estamos em eminência de assinar um novo contrato com a Pfizer para mais 100 milhões de doses’, citou.
O encontro ocorreu por videoconferência e, além de Queiroga, contou com a presença do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, com a diretora da Organização Pan-Americana (Opas) no Brasil, Socorro Gross, e com outros representantes de entidades internacionais.
Fonte: Metrópoles