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Imagem: Reprodução |
A informação é da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
A intenção da mobilização é monitorar os protestos, com a ajuda de advogados voluntários de diversas cidades, e acionar órgãos nacionais e internacionais de proteção aos direitos humanos caso seja necessário.
A Associação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) também participa dos trabalhos. Em Brasília, o foco maior da comissão será o Acampamento Luta Pela Vida, que ainda reúne indígenas em protesto pelo julgamento do marco temporal da demarcação de terras no STF. No local, há também participantes da II Marcha Nacional das Mulheres Indígenas.
Fonte:Bahia.Ba