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"Esses aumentos constantes da Acelen estão inviabilizando a economia baiana e penalizando o consumidor, que está sentindo o galopar dos preços, refletindo numa redução drástica do consumo", declara o presidente do Sindicato do Comércio de Combustíveis, Energias Alternativas e Lojas de Conveniência do Estado da Bahia (Sindicombustíveis Bahia), Walter Tannus Freitas.
Os preços praticados pela Acelen são os mais elevados do país e nos últimos 12 meses os postos já demitiram mais de 6.000 trabalhadores. Segundo Tannus, a tendência é de mais demissões, principalmente nos postos de rodovias, que compram óleo diesel mais caro do país, sem condições de competir com os postos dos Estados vizinhos, onde o ICMS é mais baixo.